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sexta-feira, 16 de abril de 2010
domingo, 1 de novembro de 2009
Noite das Bruxas
A noite das bruxas fez com que o prédio onde eu moro, ficasse animado pelos enfeites próprios desta brincadeira.


As rizadas e o entusiasmo substituiu, os antigos
sustos que bruxas, vampiros, aranhões, etc... povoavam o imaginário das crianças





sustos que bruxas, vampiros, aranhões, etc... povoavam o imaginário das crianças




Na noite de 31, de Outubro para 1 de Novembro, celebra-se a conhecida brincadeira da Noite das bruxas, um apropósito para a brincadeira das crianças e para a eliminação de medos injustificados que as superstições e os registos de antigas civilizações nos deixaram.As crianças do meu prédio, ajudadas pelas avós e alguns pais empenharam-se na preparação das imagens que estão aqui expostas.
domingo, 18 de outubro de 2009
Crianças que Vivem
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Os meninos meus vizinhos
Da esquerda para a direita: Madalena, Rodrigo, Beatriz e Mariana,Fizeram uma passagem de modelos no dia dos anos do Pai.

domingo, 22 de março de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A Criatividade, a Arte, a Habilidade...
A decorar um espaço infantil,
junto está a Mafalda Milhões, sua autora e de todo o espaço do Bichinho de Conto...
junto está a Mafalda Milhões, sua autora e de todo o espaço do Bichinho de Conto...

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artes em geral,
Crianças
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Cores
Podemos com bocadinhos de tecidos às cores fazer lindas almofadas para o quarto das nossas crianças.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008
O FRANCISO WANDSCNEIDER
O Francisco é neto da minha amiga de toda a vida Luisa Sequeira.
PARABÉNS .... O FRANCISCO É UM BELO BÉBÉ ...
PARABÉNS .... O FRANCISCO É UM BELO BÉBÉ ...
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Crianças
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A Criança, o Adulto e o Lúdico

A Maria tem uma boneca "diferente"...
Desde os tempos primitivos que o ser humano brinca, e quanto mais utiliza o desenvolvimento através do jogo mais se estrutura harmoniosamente, mais se abrem horizontes.O desenvolvimento cultural da humanidade teve lugar sem que houvessem mudanças substanciais de carácter biológico. No entanto o desenvolvimento cultural adicionado aos processos de crescimento, maturação e desenvolvimentop orgânico formam um todo.O QUE LEVA UMA CRIANÇA A BRINCARTodo o processo de desenvolvimento corporal e mental leva a uma vivência agitada da criança, o que exige a cada instante uma nova função e à exploração de novas habilidades.Essas funções e essas novas habilidades, ao entrarem em acção, impelem a criança a buscar um tipo de actividade que lhe permita manifestar-se de forma mais completa.A imprescindível "linguagem" dessa actividade é o brincar, é o jogar.Assim,conclui-se que a brincadeira infantil está mais relacionada a estimulos internos que a contingências exteriores.A criança não é atraída por algum jogo por forças externas inerentes a ela, mas sim, por uma força interna, pela chama acesa da sua evolução.
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Crianças
domingo, 2 de novembro de 2008
As Expressões e a Actividade Criadora
A Psicopedagogia vem desde há alguns anos chamando a atenção para a importância de uma educação que privilegie as actividades expressivas no sentido em que favorece o equilíbrio afectivo. Mas não só, a expressividade e a criatividade devem ser constantemente postas em prática o que consequentemente fomenta a progressão da inteligência e uma mais ampla compreensão da realidade, pelo que uma educação estética vai favorecer o desenvolvimento harmonioso da personalidade, sendo que a melhor forma de conhecer e usufruir a obra de arte é “praticá-la”.
A actividade criadora pressupõe uma “transformação” que lhe forneça os elementos de que se alimenta.
O jogo dramático é um factor extremamente importante para uma sensibilização artística da criança ao mesmo tempo que favorece uma melhor fruição das obras de arte em qualquer domínio, e portanto ela vai tendo necessidade de uma grande variedade de materiais, materiais esses que lhe permitirão construir, ordenar, transformar.
Por outro lado, o mundo da ficção é-lhes indispensável pela multiplicidade de imagens que oferece. É na ficção que a criança encontra satisfação para a sua imaginação e curiosidade
A actividade criadora pressupõe uma “transformação” que lhe forneça os elementos de que se alimenta.
O jogo dramático é um factor extremamente importante para uma sensibilização artística da criança ao mesmo tempo que favorece uma melhor fruição das obras de arte em qualquer domínio, e portanto ela vai tendo necessidade de uma grande variedade de materiais, materiais esses que lhe permitirão construir, ordenar, transformar.
Por outro lado, o mundo da ficção é-lhes indispensável pela multiplicidade de imagens que oferece. É na ficção que a criança encontra satisfação para a sua imaginação e curiosidade
sábado, 1 de novembro de 2008
A Pintura

A pintura pela sua consistência e pela sua textura, assim como pelo atractivo das cores, ajuda muito a criança a encontrar bastante prazer. É interessante ver uma criança a encontrar a cor, aplicando-a com cuidado e minúcia, com rapidez e frenesim para obter toda a gama de emoções variadas que o material lhes suscita.Deve estar-se consciente deste impacto na criança, devemos esforçarmo-nos por organizar os seus locaqis de permanência em consequência da previsão de espaços adequados, com material abundante, atraente e bastante envolvente, os utensilios de trabalho devem responder às necessidades imperiosas de produzir. Deve existir também um clima de respeito e de confiança. Estas condições são necessárias ao bom funcionamento dos esforços artísticos da criança.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Trabalhar uma criança diferente

Crianças difíceis que frequentam escolas normais mas que apresentam dificuldades de aprendizagem que vão marcando o percurso escolar. Estes “alunos difíceis” são crianças e adolescentes que apresentam queixas de dificuldades de aprendizagem cuja origem não se enquadra em quadros neurológicos e não estruturam uma psicose ou neurose grave. Não são objecto de diagnósticos fechados, nem tampouco podem ser considerados como portadores de deficiência mental. Apresentam oscilações na conduta (com comportamentos de características hiperactivas, violentas, conflituosas ou simplesmente estranhas, têm dificuldade nos processos simbólicos que dificultam a organização do pensamento, e por sua vez esta mesma contingência cria obstáculos nas aprendizagens dos processos lógico-atemáticos. No entanto demonstram potencial cognitivo, revelando condições de serem resgatados na sua capacidade de aprendizagem. Esta contingência constitui uma falha dos mecanismos básicos da constituição do psiquismo, pelo que estas crianças solicitam a presença continua de quem os educa para que se consigam perceber ao longo do tempo e do espaço. São alunos que não apresentam autonomia para fazer frente às exigências escolares pois os estímulos exteriores penetram e não encontram sistemas de escoamento organizado para a energia que transportam. Como então incluir os alunos com dificuldades de aprendizagem devido a estas “falhas”? Como entender o que estas crianças nos tentam comunicar com as suas constantes recusas diante dos conteúdos pedagógicos, com impossibilidade de dividirem a atenção do professor com os colegas, a sua falta de limites, a agitação perante as propostas escolares e outras atitudes despropositadas ? É então necessário que alguém na “equipa escolar” estabeleça um vínculo com os alunos. Um vínculo que abranja a família e todos os representantes do grupo social em que se insere. É urgente que esta espécie de “tutor” ajude o aluno que não desenvolveu autonomia suficiente para efectivar o seu processo de aprendizagem. Estas crianças e jovens com lacunas intrapsíquicas não conseguem buscar sozinhos identificações que os levem a estruturar projectos de vida. É aí que a Educação pela Arte pode e deve operar as suas transformações. Por isso devem com urgência ser estruturados projectos facilitadores da inclusão, que operem modificações nos campos da memorização, capacidade de atenção, auto-controle e principalmente nas Motivações. Assim, precisamos ir trabalhando estes comportamentos em “doses moderadas”, globalizando as expressões duma forma organizada para que assim a reestruturação do eu de cada criança ou jovem se vá organizando. Este trabalho deve começar o mais cedo possível e torna-se necessário que comece pelo sentir-se a existência do seu corpo e do corpo do outro que funcionará como garantia da presença de si mesmo.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
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