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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

domingo, 3 de abril de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Exposição de Fotografia




A Exposição de Fotografia " Madragoa, um olhar", inaugura no dia 12 no Convento das Bernardas, numa sala junto à sala de exposição do Museu da Marioneta. As fotografias de Ricardo Rocha são uma marca da nossa Lisboa Antiga. E já agora visite o Museu...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A minha boneca de papelão


A minha linda boneca de papelão, A Adriana passou agora para o Museu de Alcanena, para a colecção de Rosa Vieira, vão ver como a arte de criar bonecas passou por esta fase.

domingo, 23 de maio de 2010

O Psicólogo


Alice Vieira
O psicólogo
Há muito tempo que não via a Lurdes, minha antiga colega de faculdade. Daí a gargalhada de ambas quando esbarrámos no café, e lá abancámos diante de uma bica, a pôr a vida em dia. Saltaram as fotografias da carteira, e o relato fatal das gracinhas infantis.É então que ela me diz, apontando para a cara risonha do seu neto de três anos, "este até já anda no psicólogo". Eu fiquei sem saber o que dizer, tanto mais que a Lurdes falara com um indisfarçável orgulho na voz, assim como se dissesse, "este já anda no judo e é cinturão negro".Que eu soubesse não tinha havido revolução de maior na vida da criança, nem pais separados, nem um novo irmão, nem nenhum morto, mas a Lurdes, com um sorriso condescendente, lá explicou que o recurso ao psicólogo se devia ao facto de a criança ir entrar agora pela primeira vez para a escola infantil: "Eventualmente poderá haver um problema de rejeição da escola, e é preciso tratar." Ainda perguntei por que não eram os pais a ocupar-se disso - mas logo a Lurdes disse que nem pensar, porque os pais não tinham "preparação técnica".E pronto. Lá vai a criança, de três anos de idade, todas as semanas ao psicólogo, que a ajuda a resolver um problema que muito possivelmente ela nem nunca terá. Ou seja: que lhe dirá (espero...) aquilo que nós todos dizemos às nossas crianças em alturas semelhantes: vais gostar muito de brincar com os outros meninos, vais aprender muitos jogos, e muitas cantigas, etc.,etc...Mas hoje os pais já quase não sabem falar ou brincar com as crianças. Pensam que brincar é uma coisa que só se faz diante de um ecrã. Brincar com uma criança é, cada vez mais, pô-las a ver televisão, ou atirar-lhes com um computador para que fiquem horas a fazer jogos.E não há nada mais triste do que uma pessoa que não sabe conversar nem brincar com uma criança.Uma pessoa que olha para uma criança como se ela fosse um país estrangeiro. Um país inimigo.Por isso, despeço-me da Lurdes e chego a casa estupidamente cheia de saudades da minha mesa da casa de jantar, que range mal se lhe toca, que tem a tábua do meio partida e as pernas desengonçadas - mas que os meus filhos me proíbem de substituir, porque foi nela que o pai os ensinou a jogar ping-pong; e nem me importo com os buracos ainda visíveis na parede ao fundo do corredor, do tempo em que lá estava pregado um cesto de basquete onde todos exercitavam a pontaria; e lembro a choradeira que foi no dia em que decidimos lavar a parede do quarto do meu filho (o rapaz já tinha entrado na faculdade!) onde ele e o pai escreviam todas as coisas que queriam dizer um ao outro e às vezes não tinham coragem.E nunca sequer nos passou pela cabeça saber se tínhamos ou não preparação técnica. in Opinião - Jornal de Notícias - 2009-10-24

terça-feira, 7 de abril de 2009

Mulher esperando. Barcelona, Março de 2009. Fotografia de K. Para o Filipe e a sua mãe, a Dona Glória

Há mães que são parecidas com a alegria, da mesma forma que se parecem com o silêncio algumas mulheres tristes. Há mulheres que se confundem ao longe com fotografias antigas, as roupas e as rugas como espelhos de um tempo que já passou. Mães que o foram há já muito tempo e o são ainda, sê-lo-ão sempre, perseguindo por caminhos sem retorno o fantasma do que um dia foi a adolescência dos seus filhos. Há mulheres que lutam por antigos sonhos que floresceram no jardim da infância que geraram, tentando resgatar quem nunca aprendeu as regras ou desistiu do jogo até antes delas. Há mães que levam estampada na cara a tristeza do que a vida levou e não trará de volta. Na sua clara ternura sabem que tudo o que sabem não tem importância nenhuma e não há forma de iludir essa distância. A distância é outra forma de dizer que os olhos ficaram para trás.

Publicado por K. en 04:05 9 comentarios
Monday, 16 March 2009

Retirado do Blog: "Uma Cidade de Sonho"

quinta-feira, 19 de março de 2009

Um cantinho para ler histórias

Na livraria "O Bichinho de Conto"
Um recanto cheio de magia para contar e ouvir histórias ou para apreciar os lindos livros que por lá param

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O amigo imaginário

Toda a criança necessita do seu amigo imaginário, que se seguirá ao seu peluche ...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Presépio

Construi as figuras deste Presépio de Rua, com garrafas de água e redes dos sacos de batatas. Está no Bairro do Zambujal, na Buraca. É pertença da Associação "Partilha"





domingo, 7 de dezembro de 2008

Cobra com números

Que tal os números presentes no quarto do bébé... ou da criança ainda na 1ª. INFÂNCIA?....

sábado, 29 de novembro de 2008

Com imaginação e amor...

...Podemos decorar os nossos espaços infantis.
Encontrei estes recipientes nas "Histórias com Bicho", em Casais Brancos

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Cores

Podemos com bocadinhos de tecidos às cores fazer lindas almofadas para o quarto das nossas crianças.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A Literatura Infantil


· A Literatura defendida pela Escola formalista continua a ser imprescindível como referência metodológica.
· A estrutura metodológica situa-se resolutamente no plano do conteúdo.
· A narrativa enquanto forma do conteúdo é autónoma em relação à expressão.
· A expressão da narrativa influencia o processo psicológico.
· O entendimento das diferentes correntes da literatura é essencial para ajudar as crianças a SER.
· Os contos de fadas (contos maravilhosos) pertencem à literatura tradicional onde se insere a escola formalista.
· Segundo Bruno Bettelheim os contos de fadas têm um valor impar porque oferecem à imaginação da criança novas dimensões, que seria impossível ela descobrir por só por si.
· A estrutura e a forma dos contos de fadas sugerem às crianças imagens através das quais ela pode estruturar os seus devaneios e com isso orientar melhor a sua vida.
· A estrutura destes devaneios pode ajudar a habilitar a criança a compreender que a luta contra graves dificuldades da vida é inevitável, faz parte da existência humana.
· Vão ajudar a criança a habilitar a sua vida de forma a aceitar a sua natureza problemática, sem ser vencida por ela ou se entregar à fuga sistemática.

Da literatura tradicional à literatura infantil actual

Se na literatura para adultos o escritor goza de independência em relação ao seu leitor a quem impõe um código de leitura que supõe se vai adaptar aos leitores, na literatura infantil sucede o contrário, o receptor infantil constitui um elemento condicionante e impõe ao escritor adaptação e modificações.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Pensamento


Vamos pintar o Céu de Azul
Vamos pintar a vida de cor de rosa
E vamos pintar a esperança de Verde
E viver...viver...viver...!!!
Para a Fátima

domingo, 27 de abril de 2008

MARIA PAPOILA

clicar em MARIA PAPOILA TEATRO
E VÊR O VIDEO DO YOU TUBE


A SUZANA SILVA FOI ALUNA DO ISPA , foi minha Aluna. É Psicóloga e lançou este Teatrinho e não se esqueçam de ir ver

Para ser visto Aqui clicar em baixo:
MARIA PAPOILA TEATRO
De: PAP0ILA Exibições: 11
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MARIA PAPOILA TEATRO05:16
Adicionado em: 1 mês atrásExibições: 11
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sexta-feira, 25 de abril de 2008