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quarta-feira, 28 de julho de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O FIMFA
Ontem lá fui à estreia do 10º. Festival de Marionetas e Formas Animadas.Antes do espectáculo, um fabuloso nº. de animação fez-me aprender quão avançadas vão as formas de trabalhar nesta arte milenar sem confronto.Vou descrever um pouco do que se passou. Mono é um macaco de circo muito teimoso, é a última criação do grupo Electric Circus. Mono parece verdadeiro e graças à robótica .Tudo o que se passa parece verdade verdadinha. O Macaco faz tudo aquilo que um macaco verdadeiro faz ,interage com o público, graças ao seu manipulador, que misturado com o público e com a maquinaria no bolso e noutros locais, até faz com que ele toque concertina.

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terça-feira, 4 de maio de 2010
FIMFA

Vem aí o 10º. Festival de Marionetas e Formas Animadas
Tem inicio a 6 de Maio no Museu da Marioneta em Lisboa
A não perder
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Mais para ver na Exposição do Museu da Marioneta
Mitos entre o Céu e a terra - É urgente ver porque é linda a Exposição e tudo o que se passa no Museu da Marioneta.
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domingo, 6 de setembro de 2009
Diabo Purnaka
Mais uma das lindissimas marionetas do SriLanka que estão em Exposição no Museu da Marioneta... É uma Exposição a não perder assim como todo o acervo do Museu.

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sábado, 5 de setembro de 2009
Museu da Marioneta
Como amante desta arte milenar, desloquei-me hoje ao Museu da Marioneta para ver a Exposição de Máscaras e Marionetas do Sri Lanka.
No Sri Lanka, há centenas de anos atrás, as pessoas acreditavam em demónios que viviam nas árvores e nas montanhas. Para representar esses seres sobrenaturais, construiam máscaras muito assustadoras e coloridas que utilizavam em cerimónias rituais. (texto retirado dum folheto do Museu da Marioneta)

No Sri Lanka, há centenas de anos atrás, as pessoas acreditavam em demónios que viviam nas árvores e nas montanhas. Para representar esses seres sobrenaturais, construiam máscaras muito assustadoras e coloridas que utilizavam em cerimónias rituais. (texto retirado dum folheto do Museu da Marioneta)

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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Le chambre 26
No FIMFA que termina hoje tem havido marionetas de todos os feitios, estas são feitas de dedos enfiados em cartões...
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Mais marionetas
Globo. Digital glossary...É um teatro cozinha-oficina, um laboratório para uma invenção teatral, que, parte dos elementos conhecidos para os utilizar com grande precisão, mas completamente alienados do seu uso comum. A invenção é aqui tão intensa como a descoberta...
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terça-feira, 26 de maio de 2009
Fantômas
Fântomas nasceu num certo dia de Fevereiro de 1911, é imortal, é o senhor do terror, o génio do mal, o anti-herói ....
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
VAMPIROS
UM CONTO DE FADAS PARA ADULTOS. UMA HISTÓRIA QUE JUNTA RITUAIS, MEDOS, ROMANTISMO, CORAGEM, COBARDIA... MAS TAMBÉM ALGUMAS GOTAS DE SANGUE. UMA HISTÓRIA SOBRE A VIDA E A MORTE, CASAMENTOS DE PAIS SOLTEIROS, O CRESCIMENTO DOS FILHOS E DE VAMPIROS, CONDIMENTADA COM TERROR, HUMOR E INFIDELIDADE.No dia 30 de Maio às 21,30 no Teatro Nacional D.Maria II
Um espectáculo contemporâneo com marionetas cheias de humor!!!
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Dura Dita Dura
Era uma vez um menino pequeno que vivia num país pequeno virado para o grande oceano. Dizia-se que, nesse país, grandes homens e homens de todos os tamanhos se tinham lançado pelo mar a dentro à procura de outros países e de outros homens. Mas isso tinha acontecido à tanto tempo que o menino de que estamos a falar nunca tinha molhado os pés no mar...Espectáculo incluído no FIMFA, e apresentado no Museu da Marioneta
Texto Regina Guimarães
Encenação: Igor Gandra
Texto Regina Guimarães
Encenação: Igor Gandra

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segunda-feira, 11 de maio de 2009
El Avaro
Mais uma interessantissima peça de Teatro contemporâneo de marionetas
concebida a partir de Moliere...
...e os actores são torneiras...
:::Em resumo.... As mudanças climáticas estão a transformar o planeta Terra num deserto, onde o mais rico será o que detém a maior quantidade de água. O que acontecerá se o avarento apresentado no espectáculo desse um salto ao futuro e monopolizasse a água em vez de dinheiro?
concebida a partir de Moliere...
...e os actores são torneiras...
:::Em resumo.... As mudanças climáticas estão a transformar o planeta Terra num deserto, onde o mais rico será o que detém a maior quantidade de água. O que acontecerá se o avarento apresentado no espectáculo desse um salto ao futuro e monopolizasse a água em vez de dinheiro?

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domingo, 10 de maio de 2009
Big Rory & Ochie the Dog
... A apresentação mais profissional, hilariante e maravilhosa ... Um espectáculo animado, deambulatório de rir às gargalhadas
FIMFA - 9ª. edição - 2009
FIMFA - 9ª. edição - 2009

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segunda-feira, 4 de maio de 2009
FIMFA
Na próxima 5ª. feira dia 7 de Maio às 22 horas inicia-se o Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas.
O primeiro espectáculo tem lugar no Museu da Marioneta que se situa no Convento das Bernardas
na Rua da Esperança, 146 em Lisboa
Podem marcar-se bilhetes para o nº. 213942815.
o espectáculo de abertura é apresentado pela Companhia de Théatre La Licorne
e intitula-se "Les Miniatures de La Licorne - Chère Famille".
Encontramo-nos lá
O primeiro espectáculo tem lugar no Museu da Marioneta que se situa no Convento das Bernardas
na Rua da Esperança, 146 em Lisboa
Podem marcar-se bilhetes para o nº. 213942815.
o espectáculo de abertura é apresentado pela Companhia de Théatre La Licorne
e intitula-se "Les Miniatures de La Licorne - Chère Famille".
Encontramo-nos lá

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sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Galeria de Fantoches
Estes são alguns dos fantoches que eu construi e que dentro de algum tempo estarão no Museu da Marioneta para poderem ser vistos por todos os interessados e fazer a alegria de muitas crianças.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Fantoches -Suas Origens Profanas

As marionetas ou fantoches apareceram, na Grécia, vindas do Egipto, mas com características diferentes. Enquanto no Egipto tinham um carácter sagrado, na Grécia perderam-se completamente e passaram a ser usadas nos festins dos ricaços que, além de grandes banquetes com muita comida, bebidas e mulheres, não dispensavam o “teatro de bonecos” e pagavam por essas representações privadas grandes quantias.
A par desses comediantes e fantocheiros ambulantes, na Grécia começaram a aparecer, os “teatros de bonecos” particulares que, na altura, deram origem a bons negócios.
As marionetas tornaram-se tão populares que a ilha de Creta tinha como “guardião” uma grande marioneta de bronze, a qual, accionada por fios conseguia pôr em fuga os exércitos que atacavam a ilha e que ficavam aterrorizados com a visão do boneco.
O próprio Sócrates utilizou muitas vezes um fantoche para falar aos atenienses: enfiava o fantoche na mão e dirigia-lhe as perguntas que desejava fazer aos atenienses. As respostas eram dadas, naturalmente, através do fantoche.
Todas as representações em praças públicas, quer da cidade quer das pequenas povoações, contavam sempre com numerosa assistência, de todas as idades. O “Teatro de Bonecos”, caracterizou-se sempre, aliás, em todas as épocas, pela sua capacidade para divertir crianças e adultos.
Tema de grandes debates e controvérsias entre os que gostavam destes espectáculos e os que, como Aristóteles, não viam nele senão banalidade, parece que venceu a corrente que considerava os bonecos extremamente importantes tanto em representações teatrais como em estatuária animada, passando até a ser entretenimento diário do rei Lysímaco.
Foi também prática corrente oferecerem-se fantoches às crianças e de tal modo eram consideradas e amadas que em todas as sepulturas infantis gregas existia um fantoche ou uma marioneta de fio, pois as crianças eram enterradas com os seus brinquedos preferidos.
As pantomimas gregas não só tinham bonecos a imitar seres humanos como também personagens da mitologia, tais como centauros e faunos.
O mais conhecido manipulador grego foi Photino, cuja popularidade chegou até aos nossos dias através de muitos textos dos autores da época. O seu interesse por este tipo de teatro foi tão grande que chegou a representar no teatro de Dionisios, ao pé da Acrópolis.
Sabe-se através de Arquimedes que Photino iniciou diversos tipos de manipulações construindo os bonecos com articulações que imitavam perfeitamente os movimentos humanos. Não se sabe, infelizmente, qual o tipo de movimentação que utilizou para atingir esta perfeição. Estes bonecos eram quase todos manipulados por vara metálica e assemelhavam-se muito aos que ainda hoje existem na Sicília e em Liège. Os romanos, nas suas conquistas, levaram consigo bonecos gregos, sendo indiscutível que a origem do Teatro de Bonecos em Roma veio da Grécia.
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
As Sombras Chinesas

SOMBRAS CHINESAS
Diz-se que na China, os bonecos animados começaram há dois mil anos. Algumas autoridades neste assunto dizem que as sombras foram o primeiro tipo de boneco utilizado para teatro, há cerca de mil anos.
As Sombras Chinesas são figuras recortadas tradicionalmente em couro e actualmente mais usadas em cartão liso ou acetato. Não são difíceis de fazer nem de manipular e mesmo que sejam construídas sem grande rigor parecem sempre surpreendentemente delicadas quando vistas em sombra.
As figuras recortadas são presas por arames e encostadas a um “ecran ” translúcido no qual incide uma luz. O movimento dos bonecos é feito por arames ou fios e pode ser visto pelo público do outro lado do “ecran”.
As “Sombras Chinesas” são manipuladas por baixo e por trás, normalmente por uma vara e por vezes por meio de fios. É mais comum o uso de uma vara principal para segurar e mexer a figura, podendo depois serem utilizadas varetas e fios extra para os movimentos dos membros e da cabeça. As figuras são convencionalmente apresentadas umas em perfil, outras de frente e podem ser decoradas recortando pequenos buracos.
A cor pode ser introduzida cobrindo os buracos com acetato ou papel celofane coloridos.
O Teatro de Sombras é de uma grande beleza e embora seja um dos Teatros de Bonecos menos divulgado, é extremamente apreciado, tendo sempre grande número de espectadores.
Diz-se que na China, os bonecos animados começaram há dois mil anos. Algumas autoridades neste assunto dizem que as sombras foram o primeiro tipo de boneco utilizado para teatro, há cerca de mil anos.
As Sombras Chinesas são figuras recortadas tradicionalmente em couro e actualmente mais usadas em cartão liso ou acetato. Não são difíceis de fazer nem de manipular e mesmo que sejam construídas sem grande rigor parecem sempre surpreendentemente delicadas quando vistas em sombra.
As figuras recortadas são presas por arames e encostadas a um “ecran ” translúcido no qual incide uma luz. O movimento dos bonecos é feito por arames ou fios e pode ser visto pelo público do outro lado do “ecran”.
As “Sombras Chinesas” são manipuladas por baixo e por trás, normalmente por uma vara e por vezes por meio de fios. É mais comum o uso de uma vara principal para segurar e mexer a figura, podendo depois serem utilizadas varetas e fios extra para os movimentos dos membros e da cabeça. As figuras são convencionalmente apresentadas umas em perfil, outras de frente e podem ser decoradas recortando pequenos buracos.
A cor pode ser introduzida cobrindo os buracos com acetato ou papel celofane coloridos.
O Teatro de Sombras é de uma grande beleza e embora seja um dos Teatros de Bonecos menos divulgado, é extremamente apreciado, tendo sempre grande número de espectadores.
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sábado, 13 de setembro de 2008
Os Fantoches e a literatura
Gargantua, uma das famosas figuras de Rabelais, em marioneta gigante!!!Os fantoches, como de resto, todo o Teatro de Bonecos não recorrem sòmente ao improviso, mas também aproveitam grandes obras literárias. Nas peças de Rabelais, considerados um dos expoentes máximos do Humanismo na Europa, têm-se inspirado diversos autores de textos para este género teatral. Nos últimos anos, muitas companhias francesas representaram passagens daquelas peças. Rabelais imprimiu em cada passagem da sua obra uma crítica pertinente, especialmente através da personagem de Pantagruel, crítica que se adapta perfeitamente aos objectivos do Teatro de Bonecos.Mas além de Rabelais, os responsáveis pelas companhias de Teatro de Bonecos estão actualmente a recorrer a Cervantes, Marivaux e muitos outros escritores, conseguindo êxitos assinaláveis.Histórias ricas de ensinamentos e situações sociais, são, assim, transpostas para a actualidade. É esta uma das grandes funções do Teatro de Bonecos.Há que recuperar o Teatro de Bonecos, mas há também que não esquecer as grandes obras literárias que aquele género teatral, pelo seu poder animador, pode difundir, contribuindo para o enriquecimento cultural dos povos.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Marionetas de Fios

Entre as muitas variedades de fantoches, as marionetas de fios são as mais versáteis e originam, elas próprias o maior número de variações na construção de espectáculos.
A sua representação pode ser única em graça, mas não pode ter acção espontanea, porque alguns movimentos mais rápidos e enérgicos são passíveis de originar o emaranhamento dos fios.
As marionetas de fios são bonecos articulados e controlados por fios de número variável, de comando mais complicado, chamado cruz, estrela ou aeroplano. A sua manipulação pode atingir uma extrema perfeição técnica. Desde a antiguidade que existem referências a este género de marionetas, cuja origem parece ser a estatuária animada.Em regra, a marioneta não parece natural se tiver proporções humanas: assim, a cabeça, as mãos e os pés sãoconstruídos em dimensões levemente mais largas que as humanas e as pernas deverão ser mais curtas.O tamanho adequado para as mãos é, normalmente, o comprimento que vai do queixo até meio da testa, devendo os pés ser um bocadinho mais compridos. Claro que isto não é uma regra rígida, pois qualquer parte da marioneta pode ser exagerada, mas deve haver sempre uma razão teatral para as proporções escolhidas e é justamente a excepção à regra e as variações que se tornam importantes.Assim, durante a construção as marionetas deverão ser inspeccionadas à distância e, se possível, debaixo da luz de projectores porque isso ajuda a ter a dimensão dos exageros que é necessário fazer.
A sua representação pode ser única em graça, mas não pode ter acção espontanea, porque alguns movimentos mais rápidos e enérgicos são passíveis de originar o emaranhamento dos fios.
As marionetas de fios são bonecos articulados e controlados por fios de número variável, de comando mais complicado, chamado cruz, estrela ou aeroplano. A sua manipulação pode atingir uma extrema perfeição técnica. Desde a antiguidade que existem referências a este género de marionetas, cuja origem parece ser a estatuária animada.Em regra, a marioneta não parece natural se tiver proporções humanas: assim, a cabeça, as mãos e os pés sãoconstruídos em dimensões levemente mais largas que as humanas e as pernas deverão ser mais curtas.O tamanho adequado para as mãos é, normalmente, o comprimento que vai do queixo até meio da testa, devendo os pés ser um bocadinho mais compridos. Claro que isto não é uma regra rígida, pois qualquer parte da marioneta pode ser exagerada, mas deve haver sempre uma razão teatral para as proporções escolhidas e é justamente a excepção à regra e as variações que se tornam importantes.Assim, durante a construção as marionetas deverão ser inspeccionadas à distância e, se possível, debaixo da luz de projectores porque isso ajuda a ter a dimensão dos exageros que é necessário fazer.
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